"A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada." - Lya Luft
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
PÉROLAS DA VALÉRIA!!

Valéria :Ainda bem q Deus foi generoso contigo, tu é filha unica.
Valéria : Minha Nossa Senhora do chuveiro elétrico, dai-me resistência.
Valéria :Quem gosta de beleza interior é ultrassonografia
Valéria :eu nunca fui de jogar bola ,mas agarrava muito
Janete : Eu sou gostosa, eu tenho sex apple.
Valéria :Ai como eu tô bandida Maléfica!
Valéria :Eu já tô virada no Samurai !
Valéria : Eu tenho pra mim que você não nasceu, tu foi gorfada !
Valéria: Só jesus na causa dele !
Valéria: Voce que é linda, uma princesa... do AVATAR!
Valéria :Tu não é feia, tu é desorganizada!
Valéria :Ta no cutuque, ta no cutuque, ta no cutuque ...euein !
Valéria: Ta de deboche? Porque eu já falei que eu gosto, porque ficar nessa repetição, nessa repetição!
Janete : ah você é muito engraçada né !?
Valéria: Olha janete vou te falar um negócio pra você, eu te adoro tu é uma irmã pra mim cara, uma irmã ... pra mim, mais eu sempre te achei lesa, não acompanha.
Janete : Ele ta me bulinando !
Janete : Acho que ele quer meu corpo !
Valéria : Euein,que que é isso?Tá toda inglesa né!? Tá achando que veio de Oxyfordi? No máximo um cursinho de duas semana por correspondência... Tá achando que vai derrubar a Beyonce to the lef,to the lef ?
Valéria: Voce tá mais é pra dragon ball-z!Janete: Nada haver isso que tu falou , nada haver !
Valéria:Quando Deus te fez ele so disse não, pode ser bonita? , não pode ser gostosa? não , pode ser sex? NÃOOOOOOOOOOOOOO!
Valéria :Tu foi conversar com Deus e pegou ele num dia irritado.Deus, eu posso vir bonita ? Ele respondeu: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO !!!
Valéria: Homem na tua vida e igual mico leão dourado.. ta em extinção!
''cala tua boca janete''
Ai como eu tô Bandida
quarta-feira, 13 de julho de 2011
FORMATURA DO PROERD
Turmas Quinto ANO A e Quinto ANO B -
terça-feira, 12 de julho de 2011
FESTA JULINA - ESCOLA JUSTINO CAMBOIM!!
domingo, 10 de julho de 2011
TEXTO E INTERPRETAÇÃO!
Interpretação de texto.
A BARBA DO FALECIDO
1. Aconteceu em Jundiaí. Orozimbo Nunes estava passando mal e foi internado pela família no Hospital São Vicente de Paula, para tratamento. Orozimbo tem muitos parentes, é muito querido e tem uma filha que cuida dele. Foi a filha, aliás, que internou Orozimbo.
2. Anteontem telefonaram para a filha de Orozimbo Nunes. Era do hospital e a notícia dada foi lamentável. Orozimbo tinha abotoado o paletó – como dizem os irreverentes. Isto é, tinha posto o bloco na rua, como dizem os superirreverentes, comparando enterro a bloco carnavalesco. Enfim, Orozimbo tinha morrido. A filha de Orozimbo que fizesse o favor de aguardar, porque lá do hospital iam fazer o carreto, ou seja, iam mandar o defunto a domicílio.
3. A filha do extinto caiu em prantos e convocou logo os parentes. Conforme ficou ditto acima, Orozimbo era muito querido. Veio parente da capital, veio parente de Minas, parente do Rio, enfim, Jundiaí ficou assim de parente de Orozimbo. As providências para o velório foram logo tomadas, gastou-se dinheiro, compraram-se flores. Estava um velório legal se não faltasse um detalhe: não havia defunto.
4. O corpo de Orozimbo não tinha chegado. A família ligou para o hospital e reclamou. Tinha saído no expresso-rabecão das seis – informaram. E, de fato, pouco depois Orozimbo (à sua revelia) chegava. Puseram o embrulho lá dentro, houve aquela choradeira regulamentar e, na hora de desembrulhar para preparar o cadáver, alguém notou que a barba de Orozimbo crescera.
5. – Ele estava tão doente que nem podia fazer a barba – comentou um dos que ajudavam, com a filha de Orozimbo, que esperava lá fora.
6. A filha de Orozimbo estanhou a coisa. Entregara Orozimbo doente, é verdade, mas Orozimbo chegara ao hospital perfeitamente escanhoado e não dava tempo de a barba ter crescido assim tão depressa.
7. – A barba tá muito grande? – perguntou a filha de Orozimbo.
8. Estava. Estava que parecia barba de músico da Bossa-Nova. Aí a moça desconfiou e foi conferir. Simplesmente não era Orozimbo. Tinham trocado as encomendas, e talvez naquele momento, outra família, noutro local, estivesse choramdo o Orozimbo errado. Mais que depressa ligaram para o Hospital São Vicente de Paula e reclamaram contra a ineficiência do serviço de entregas rápidas.
9. Nova verificação, para se saber qual era o embaraço, e a direção do eficiente nosocômio descobriu que Orozimbo nem sequer morrera. Não houvera uma troca de cadáveres, mas uma troca de fichas. O que morrera não era Orozimbo, era um barbadinho anônimo. Orozimbo estava lá, vivinho e, por sinal, passando muito melhor. Podia até ter alta, assim que desejasse.
10. Claro, parou a bronca, e a raiva contra o desleixo transformou-se em pungente alegria. A família foi buscar Orozimbo (depois de devolver o barbicha, naturalmente) e o contentamento foi geral, em receber de volta aquele que já fora pranteado por antecipação e para o qual já tinham feito aquela vasta despesa para o enterro. Não sei se é verdade, mas dizem que a família, em sinal de regozijo pela volta de Orozimbo e também para aproveitar o que sobrara das despesas, ofereceu aos amigos um velório-dançante.
(STANISLAW PONTE PRETA. Garoto Linha Dura. 3ª Edição, Editora Sabiá, Rio de Janeiro, 1968)
Após a leitura do texto, respondas às questões abaixo.
1. Ao saber do falecimento de Orozimbo, a filha chorou, como era de se esperar, e imediatamente:
a. ( ) foi ao hospital conferir o fato
b. ( ) comunicou o fato aos parentes
c. ( )providenciou os serviços funerais
d. ( ) preparou a casa para o velório
2. Segundo os dicionários, velório significa passar noite em claro na sala onde está exposto um morto. De acordo com o texto, podemos entender que o velório:
a. ( ) aconteceu por pouco tempo
b. ( ) começou com a chegada do defunto
c. ( ) terminou com a descoberta do erro
d. ( ) não chegou realmente a acontecer
3. Os parentes de Orozimbo comentaram o tamanho da barba do falecido com a filha e, então, ela se admirou. Por quê?
4. O narrador diz que “talvez naquele momento, outra família, noutro local, estivesse chorando o Orozimbo errado” (parág. 8). Analisada a situação, haveria essa possibilidade? Sim ( ) não ( ) Justifique sua resposta.
5. Embora Orozimbo estivesse vivo, a família teve despesas com o velório. Na sua opinião, a quem cabe a culpa por essa despesa inútil? E por quê?
6. O narrador informa de modo irreverente que: “Orozimbo tinha abotoado e paletó” e “posto o bloco na rua” (parág. 2). Reescreva a frase dentro do português padrão.
7. Localize no texto e transcreva para os espaços uma palavra que tenha o mesmo significado de:
a) pormenor, particularidade: ________________________
b) deficiência, inutilidade: ___________________________
c) hospital: _______________________________________
d) negligência, descuido: ____________________________
e) comovente, incitante: _____________________________
f) chorado, lamentado: ______________________________
g) alegria, contentamento: ___________________________
8. Antigamente, dava-se o nome de rabecão ao contrabaixo (instrumento musical semelhante do violino, porém muito maior). No texto rabecão tem outro significado. Qual é? _________________________________________________________________
RESPOSTAS
1. b 2. D
3. A barba não poderia ter crescido tanto em tão poucos dias e a filha ficou admirada porque ainda não tinha visto o defunto.
4. Não. Porque só havia um defunto.
5. Há duas possibilidades de culpados:
a) A família de Orozimbo, que não esperou o defunto chegar para se certificar do falecimento
b) A direção do hospital, que deu a informação errada à família.
6. Orozimbo tinha falecido (ou morrido)
7. a) detalhe – parágrafo 3
b) ineficácia – parágrafo 8
c) nosocômio – parágrafo 9
d) desleixo – parágrafo 10
e) pungente – parágrafo 10
f) pranteado – parágrafo 10
g) regozijo – parágrafo 10
8. Carro fúnebre.
POESIA
Poesia criada pelos alunos do 5o-Ano B rimando palavras e falando dos SANTOS JUNINOS...
Santos Juninos
São Pedro porteiro do céu
São João procurando seu chapéu
Santo Antônio fazendo casamento
Onde vai parar o orçamento?
Arrume-me um marido
Que me de muito dinheiro
Assim serei feliz o ano inteiro.
Nas festas de São João
Há muito pinhão e quentão
Isso aquece meu coração
Amo demais esse festão.
São Pedro aquece suas mãos
Na fogueira de São João
Logo após ajuda Santo Antônio
Pois teremos grande casamentão.
Agora termino as rimas
Com alegria e emoção
Pois a nossa festa Julina
Será realizada com o coração.
Turma: Quinto Ano B
Professora: Marlene Silva